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Houve um acidente com um autocarro com trabalhadores da Jerónimo Martins. Neste caso, sabemos que quem trouxe não foi o Pingo Doce.
Ontem foi o post cem. Hoje é o post sem sentido.
(A ideia era ter feito um post sem nada ontem e hoje escrever "ontem foi o post sem", mas o Sapo não entende subtilezas, como bom sapo que é).
Este é o post cem deste blog.
Começam hoje os debates para as legislativas. Sempre gostei de acompanhar os debates e acho que têm um papel importante para esclarecer o eleitorado sobre... - olha! Golo do Braga!
Há poucas coisas mais irritantes do que uma pessoa sem piada a tentar ter graça.
No último Verão, fiz um cruzeiro no rio Douro. Foi muito curioso ver vários cruzeiros a vir em sentido oposto e ver os telemóveis em riste na nossa direcção ao mesmo tempo que no nosso faziam exactamente a mesma coisa na direcção deles. Ainda sou do tempo em que apontar era feio.
Sempre fui bom aluno. Na verdade, esta afirmação peca por escassa. Sempre fui muito bom aluno. Nunca tive de me esforçar para ter notas máximas (ou muito perto disso) na escola. Sempre se gerou uma certa expectativa à minha volta. Desde muito cedo senti essa pressão nos meus ombros. Nunca impactou os meus resultados, mas sempre me fez sentir diferente. Na minha cabeça, os outros eram crianças ou adolescentes e eu era, simplesmente, responsável. Ainda hoje sou. Já passou o tempo de não o ser. O problema é que quem cresce demasiado responsável cresce inibido. Nunca me disseram - ninguém diria a uma criança - mas hoje consigo vê-lo com nitidez: a obediência não acende a genialidade.
Ninguém mente num sussurro. É por isso que eu gosto de os ouvir. Cada vez parece que é mais difícil. A música está sempre demasiado alta.
Um abraço só o é se for sem reservas. Um abraço só é verdadeiramente um abraço quando significa permanecer.
Diz o povo que mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo. Talvez esteja relacionado com o facto de a mentira ter a perna curta.