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Ideia para quebra-cabeças sem solução: distinguir alguém feliz de um louco.
Matar um mosquito nunca será igual a matar um elefante. Morrer por causa de um mosquito também nunca será igual a morrer por causa de um elefante.
Em princípio, podemos confiar nas margens do rio para garantir que a água segue o seu curso em direcção ao mar. No entanto, às vezes o leito seca devido ao calor ou galga as margens devido à intempérie e também isso faz parte da natureza.
Este post é sobre Educação.
As pessoas sem braços são as mais teimosas que já vi. Nunca dão o braço a torcer.
Eu ainda sou do tempo em que não usava frases que começavam com "eu ainda sou do tempo".
Dar os parabéns a alguém através de uma story no Instagram é o equivalente a congratular para o café inteiro uma determinada pessoa. Com um bocadinho sorte ele até ouve que é para ele. Falar directamente com a pessoa em questão passou de moda.
Há uma certa beleza em terminarmos comidos por bichos insignificantes. Muito mais bonito do que colocarem o nosso corpo num forno. É uma espécie de banho de humildade. Sejamos ricos ou pobres, esbeltos ou horrendos, inteligentes ou mentecaptos todos acabamos feitos em nada como o Império Romano. Como já o disse no outro blog, a morte toca a todos por igual. A morte é de esquerda.
Sempre que ouço a senhora do PAN a falar, dá-me vontade de dar um abraço a um peluche e de colocar uma chucha na boca.
O vitimismo é outra forma de se ser rasteiro. É estar sempre no chão à espera de que alguém pise para poder gritar "fui pisado!".
Não tenho a certeza se já escrevi sobre isto, mas não há nenhuma diferença entre ansiedade e medo. São exactamente a mesma coisa.
Ainda sobre ser intelectual: o maior prejuízo em ser-se intelectual é ser-se obrigado a viver de forma pesada. Gostava de um dia acordar e desfrutar da leveza dos meus 60 kg. Milan Kundera estava certo.