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O segredo inquietante da almofada que revela um outro eu. Um eu em vigília que apenas adormece quando a luz lhe bate nos olhos.
Nem sempre vivemos no local onde reside a vida.
2025 tem sido o ano em que o funambulista tem olhado mais para baixo do que para a frente.
Dar os parabéns a alguém muito mais velho do que eu causa-me uma sensação muito ambígua: por um lado, é celebrar ter cá essa pessoa connosco mais um ano; por outro lado, é a vida a recordar que nos está a consumir severamente.
Parabéns, pai!
Viva o bandido!
Já todos ouvimos pessoas não levantar um tabuleiro num centro comercial ou não limpar um sítio manifestamente mais sujo do que o esperado dizerem "se não fosse por pessoas como eu, não tinham emprego". O bandido assalta o Banco e quando é apanhado exclama "se não fosse por pessoas como eu, não havia guardas prisionais". Viva o bandido!
Tenho pensado ultimamente que gostava de poder voltar ao início e fazer tudo de mal de novo.
As pessoas dividem-se em dois grupos: os que tendencialmente precisam de coragem para ficar e os que tendencialmente precisam de coragem para ir.
Depois de chegar ao topo, a única forma de subir é descer.
Parece Gustavo Santos. Eu sei.
Uma vida feliz tem de conter vários problemas. As vidas que se resumem a um problema único são desgarradoras. Na próxima passagem de ano já sabe, caro leitor: pegue nas passas e peça 12 problemas.
"Quer o bife médio bem ou médio mal passado?". Epá, médio não chega? Não quero médio bem nem médio mal. Quero mesmo no centro entre bem e mal. Mas o que é isto? Culinária ou a rosa dos ventos? Siga para nor-noroeste em direcção à cozinha, chef!