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Vi um post no Linkedin muito elogiado em que a autora contava uma novidade do seu escritório que estava a fazer toda a diferença: toda a gente tinha um peluche na secretária (sim! Era uma empresa de adultos). A ideia seria ter um peluche a sorrir quando o dia estava a correr bem ou um peluche mais sisudo quando o dia estava a correr mal. Desta forma, era mais fácil as pessoas saberem como abordar os colegas em função do seu estado de espírito.
É incrível como a sociedade adora etiquetas. Aparentemente, aprendermos a viver com as nossas emoções e a tratarmo-nos como adultos é que está fora de hipótese. Caso o caro leitor não tenha percebido, este post é um peluche sisudo.